Business Model Canvas

Falar de Business Model Canvas hoje em dia é uma coisa bem corriqueira. Ele é uma das melhores ferramentas para quem quer começar um novo projeto ou negócio. Nele você divide seu projeto em 9 quadrantes e cada um deles tem um detalhamento estratégico. Ideal para se ver como monetizar, seus parceiros, recursos chaves e o valor da sua empresa, existem bons livros sobre o assunto e que são referência para todos aqueles que querem fazer o seu primeiro modelo de negócios, explicitando passo a passo o que cada quadrante quer dizer.

Vou disponibilizar um vídeo da Universidade de Stanford sobre o Canvas (em inglês).

Além disso um livro da Luz Consultoria que é muito bacana para quem quer ter ideias de modelos de negócios e como montar cada quadro:

http://modelodenegocios.lojadeconsultoria.com.br/

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Modelo de Negócios x Plano de Negócios

Uma velha discussão, duas diferentes soluções. Modelo de negócios, uma solução rápida para o levantamento inicial de valores tetos e avaliação do produto. Plano de negócios, algo mais abrangente, com análises mais detalhadas, mas bem mais burocrático e demorado. Ambos são importantes. Ambos tem seus valores. Cada um em determinado ponto do negócio.

O modelo de negócios é mais importante num primeiro momento para se ter uma noção muito boa do negócio. Nele você pode identificar fraquezas, dificuldades, como monetizar sua ferramenta, parceiros, entre outras coisas. Tudo isso de maneira rápida, fácil e visual. A ferramenta mais utilizada para representá-lo é uma tela criada justamente para isso. Essa tela pode ser encontrada em Business Model Generation e existem diversas ferramentas para isso. Falarei exclusivamente dele num outro post.

Já o plano de negócios é um documento mais formal, geralmente criado em alguns meses mas que é muito pedido por investidores, num momento mais avançado de negociação. Além disso nele tem-se um planejamento da empresa em diversas áreas, um estudo do seu mercado, do seu consumidor, dos aspectos que podem levar sua empresa a se dar mal. Geralmente usa-se o modelo de negócios como base e no plano o detalhamento é bem maior. Consegue ter a real noção do alcance da sua empresa.

Os dois são legais de se ter, o primeiro para um alcance mais geral, o segundo para um planejamento mais à longo prazo. Ambos são importantes e cada um em seu tempo. Os dois te trazem uma visão legal do negócio e podem mostrar pensamentos não observados anteriormente.

Lado a lado com mentores

Não é de todo estranho se sentir perdido em processos ou no dia a dia de uma empresa. Ter uma startup é muito mais que só desenvolver um produto e fazê-lo dar certo. É preparação, pensamento estratégico, disciplina e muito suor. Até aí nenhuma novidade, o problema é que nenhuma dessas coisas nos são passadas no dia a dia estudantil. Podem até nos serem faladas, mostradas em alguns casos, mas se viver na pratica não é a mesma coisa.

Graças a isso começamos muito cru. Não sabíamos da importância de algumas coisas que nos eram passadas. De informações para serem lidas nas entre-linhas. Coisas que deveríamos ter feito antes de dar um próximo passo, mas fomos aprendendo, errando muito mas aprendendo. Conseguimos diminuir nossa taxa de erro trocando informações com demais pessoas. Aprendendo a ouvir mais que a falar. Tínhamos, de uma maneira indireta mentores.

Essas pessoas nos auxiliavam na parte administrativa, validação de modelo de negócios, precificação, controle de caixa, registro de marca, na parte burocrática e até mesmo no desenvolvimento do produto, dando feedback e sugerindo alterações e novas features (ou tirá-las também). E tudo isso apenas pela movimentação da grande máquina empreendedora.

Há aproximadamente 1 mês conseguimos nosso primeiro mentor direto. Ele é uma pessoa com experiência no nosso mercado e de uma área que precisamos muito de experiência para a criação da empresa. Em poucas reuniões já sentimos um puxão de orelha bem dado e uma vontade extra de trabalhar e trabalhar. Ele já nos ensinou muito mais do que imaginaríamos e isso em um curto período de tempo.

Ter um mentor é muito mais que alguém que simplesmente te dá um empurrãozinho, é alguém que, com toda sua experiência, passa para você o que ele já vivenciou, ensina atalhos de determinada tarefa ou te ajuda a organizar algo que você sozinho não conseguiria. Se for para dar um conselho seria: busque um mentor para sua empresa. Alguém da área de atuação, que tenha noção do caminho a se trilhar. Não que você vá fazer tudo que ele diz, mas pelo menos será um novo jeito de pensar e uma diretriz que poderá ser seguida.

Só nos ajudando e tutorando giramos a roda empreendedora e incentivamos cada vez mais pessoas a entrar nesse belo e trabalhoso caminho. Portanto fica aqui o meu muito obrigado a todos que de uma maneira ou de outra estão nos mentorando.

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Vendas Mil com bahianos

Bom, primeiro que enchi muito o saco dos meus sócios para voltarem a escrever no blog, mas eu mesmo não estava escrevendo nada aqui. Bom isso vai mudar. Estou voltando a escrever e quero escrever com certa frequência, ainda mais agora que minha startup está num estágio muito legal, o de vender.

Não é muito fácil, já deu para ver. Ir e tomar nãos na cara, às vezes parece doloroso, mas é o necessário. A taxa de aceitação não é das mais altas, mas aos poucos vai se aprendendo.

Falando em aprender, quem disse que em viagens de descanso não se possa aprender? Essa semana como bom mineiro fui à praia e me foi comovente a habilidade dos bahianos de venderem seus produtos. Eles sabem oferecer, cativar o comprador. Certas vezes de maneiras um tanto quanto inescrupulosas, mas fazem o que tem que ser feito: Vender.

Os Bahianos te oferecem produtos que muitas vezes você não tem a menor vontade de comprar. E te vendem. Baixam os preços, mostram qualidades e defeitos, como funcionar e ainda te dão garantia. Algo sensacional.

Te fidelizam. Brincam na hora de brincar, te deixam a vontade para pensar, tiram suas dúvidas, atendimento de primeira. Tudo em prol da venda. Se conseguíssimos converter, fidelizar nas vendas igual esses bahianos, nossas taxas seriam melhores.

Tentando aprender nas pequenas coisas desse mundo.

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O poder do bom design

Não sou designer. Não entendo de padrões de aplicativo. Sou literalmente uma porta para essas coisas. Não sei pensá-los, sei usá-los. Sei ter experiências de usuário.

Gosto de testar aplicativos. Analisar interfaces. Elogiar facilidades e criticar dificuldades.

Estou entrando nessa vida mobile agora (De Desenvolvimento, pois sou muito prematuro em questão de uso móvel, desde os 10 ou 11 anos de idade, indo de Java a Android, passando por Symbian) e cada dia mais percebo a importância de um bom design, ainda mais no universo Startup.

Falando de mobile, com a diversidade de Sistemas operacionais atuais – Windows Phone, Android e IOS – é importante sabermos as características de cada um dos mesmos para que possamos atender as três demandas.

Um bom exemplo disso é o do Foursquare.

Sabendo das diferenças entre os três sistemas, a empresa criou três layouts diferentes, um para cada sistema.

Para Windows Phone, que é um sistema mais fluído e minimalista, o Foursquare seguiu a mesma linha do sistema e criou um app fluído e minimalista. Fantástico.

Já o IOS, um sistema mais focado em jovens e pessoas que se importam com aparência e qualidade do produto, além de uma experiência de uso excelente, a empresa criou um app bonito e muito funcional. Elegante.

Para Android o foco é um produto que rode em qualquer aparelho de maneira igual e estável, pois a diversidade de aparelhos do sistema é enorme, partindo desde aparelhos fantásticos até aparelhos fracos em questão de poder de fogo. O Foursquare não decepcionou e criou um aplicativo super  rápido e leve. Fenomenal

Esse tipo de planejamento me leva a pensar que toda startup deve ter um “plano de design”, pois o modo  de conseguir usuários ou clientes depende diretamente da imagem passada pela empresa. Como o principal modo de angariá-los é através da web, ter um sistema funcional, simples e bonito é o principal meio de chamar a tenção de todos.

Tudo bem que isso pode entrar em conflito com a ideia de lançamento rápido, mas é possível sim aliar beleza, leveza e agilidade de criação. Hoje há diversas maneiras de se conseguir um bom design pagando pouco ou simplesmente através do lindo do Bootstrapping.

Além disso é muito importante analisar o terreno que iremos pisar e moldar a situação de acordo com o mesmo, pois se não temos condição de criar algo perfeitamente lindo, crie dentro de sua realidade. Mais vale algo pronto na mão que um layout voando, mas na primeira oportunidade melhore. Mas comece pelo design. No universo Startup, se conquista pelo poder do uso fácil e da beleza do todo.

Motiva-me ou devoro-me

Sabe, é muito difícil manter uma equipe motivada. Fazer com queiram algo maior é realmente muito difícil. Mediante disso, resolvemos postar um vídeo sobre motivação que é simplesmente sensacional. Vale a pena assistir e discutir o que é correr atrás do sucesso.

http://www.youtube.com/watch?v=lsSC2vx7zFQ

Aprendendo com os aprendizados…

Após meses sem um post aqui no blog eis que eu, por vontade própria, venho escrever algo. Se passaram dias, talvez meses sem que alguém desse a cara aqui. E isso me faz pensar.

A área de tecnologia é a área que mais se atualiza. Nascem diversos serviços e produtos a todo instante e um momento de bobeira você é apedrejado e sai do mercado. Mesmo com uma infinidade de oportunidades entrar no mercado é cada vez mais difícil e sair cada vez mais fácil. Qualidade é algo essencial, mas por muitas vezes entrar no mercado e ir aperfeiçoando o produto pode ser mais importante. Deixar de dar suporte ou de aprimorar sua marca, empresa, serviço ou produto pode ser um erro quase sem reparo.

Nesse tempo sem postagens muitas coisas aconteceram. Mudanças de planos. Tapas na cara. Procrastinações. Férias. Trabalho pesado. Vimos que erramos em alguns aspectos por falta de experiência. Apreciamos que mesmo jovens e sem muita maturidade começamos a plantar nossos frutos. Nos mostraram que podíamos dar certo de outra maneira e que para tal temos de nos planejar e trabalhar mais.

Concomitantemente alguns de nós viajaram e os pensamentos tomaram novos ares. Mentalidades renovadas. Espíritos famintos. Oportunidades a todo vapor. Nós mesmos conseguimos refletir nossos erros e acertos e com nossa cabeça, pensar no melhor rumo a trilhar. Esfriar a cuca e colocar os miolos para trabalhar. Volta o tempo do trabalho árduo, das conversas e discussões, mas principalmente do dar certo e estar no ar, o tempo de aprender agora é outro. É tempo de aprender com nossos próprios aprendizados…

AND HERE WE…. GO!

Como diria nosso grande palhaço nem-tão-amigo da vizinhança assim, And Here we… GO.
Oficialmente, não temos nenhum produto pronto no ar. Ainda.
Mas temos algumas novidades. Inicialmente, uma launchpage para o pré-lançamento do VouProBar:
http://launch.vouprobar.com.br
Além disso, temos uma pequena página do Sppin, para “Marcar presença”, existindo, mesmo que ainda em um pequeno canto internético, sem muito conteúdo, mas já é alguma coisa.
Os créditos vão para o GRANDE Pedro, também conhecido como Lula, Lulinha, PP, Pedrinho, ou como você quiser.
Nosso endereço é:
http://www.sppin.com.br
Nos dê uma visita!
E deixe seus comentários aqui para nós. Estamos esperando!

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A corrida pelo ouro e a glória perpétua…

Sem dúvida alguma, o ouro nos fascina. O poder e beleza do nobre metal nos encanta. Mas, mais que o simples ouro bruto, as peças dele dependente, tem um poder muito maior. Para chegar até o estado de uma jóia, demanda tempo, dinheiro e muito trabalho…
O tempo, todos nós conhecemos. É a ele que culpamos por não alcançarmos êxito nas mais diversas tarefas, sem nunca lembrarmos que nosso tempo é fruto da nossa organização. Imprevistos podem acontecer, mas como o nome diz, são imprevistos.
Dinheiro é nosso melhor benfeitor e nosso pior inimigo… Se com ele já é difícil, sem então, pode ser insustentável… Mas não é ele que nos rege, não é por ele que vivemos e nem para quem trabalhamos. Ele deve trabalhar para nós e da melhor forma possível.
Já o trabalho é o maior e mais belo bem que dispomos… Com ele fazemos é criamos de tudo. Criamos tempo e conseguimos dinheiro. Mas para desenvolve-lo demanda disciplina, controle e principalmente vontade. Estar motivado e querer ganhar é parte do ser humano, mas garra sem trabalho, não passa de simples pensar.
Se organizar é difícil, porém com esforço, trabalho e disciplina podemos melhorar o rendimento do que desejarmos e alavancarmos de vez qualquer projeto.

P.S. Esse mês de novembro está rolando muitas palestras e debates, workshops entre outras atividades, em várias cidades do Brasil. Para mais informações sobre a semana entre em http://www.semanaglobal.org.br/ vale muito a pena.

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Palestra com Salim Mattar, desafios do louco empreendedor, e uma dose de auto ajuda

Nessa semana fui a uma palestra sensacional com o empresário Salim Mattar fundador e CEO da Localiza, locadora de carros que está entre as sete maiores do mundo, e é a maior do hemisfério sul.

Na palestra ele contou sua história, que é obviamente de sucesso, mas o que vemos na verdade é que por traz de todo o sucesso, empreender da muito mais trabalho que qualquer simples emprego.

Para começar, cito como exemplo o primeiro contato profissional com a empresa Vale:

“No começo nos tínhamos dez a doze carros e eu procurei a companhia Vale do Rio Doce dizendo que na minha empresa só tinham carros novos com motoristas executivos, bilíngues, profissionais, e que estávamos pronto a atender a companhia Vale do Rio Doce.
Quando cheguei em meu escritório, a pessoa que eu acabara de visitar me ligou, solicitando um carro para o outro dia as 8hs da manhã.
Como não havia, de fato, motorista algum, eu seria o motorista. No outro dia peguei o carro, coloquei uma grava e fui até lá! Quando cheguei, o diretor que havia conversado comigo no dia anterior me disse:
– Mas Salim, você não disse que tinha um motorista, o que VOCÊ está fazendo aqui? Então eu respondi:
– Doutor, pra ter certeza que o primeiro serviço vai ser bem feito, eu próprio vou fazer!”

Aí está um exemplo de como usar uma situação, aparentemente ruim, a seu favor. A partir desse dia, a Localiza conseguiu a conta da Vale que até hoje é cliente da empresa do Salim.

Quando Salim foi abrir sua empresa, todos foram contra, inclusive amigos e namorada, aconselhando-o a não fazer aquilo já que estavam na época da primeira crise do petróleo.
Alguns anos depois, ele quis se expandir. Mais uma vez, conversando com seus amigos que  agora eram advogados, diretores de bancos, diretores de grandes empresas, ninguém foi a seu favor. Disseram que ele já havia construído um patrimônio sólido e que não deveria ser colocá-lo ‘a perder’. Voltando para seu escritório, tomando uma chuva daquelas, ele esfriou a cabeça e decidiu ignorar – mais uma vez – os conselhos de seus amigos  e expandir. Em um ano após a expansão, ele comprou 11 locadoras pelo Brasil, e o negócio explodiu.
Pela terceira vez Salim recorreu aos seus amigos para pedir opinião sobre a idéia de abrir a marca ‘Localiza’ para Franchising. Todos, de maneira unânime foram contra. Ele (and again, and again…) foi na contra mão dos conselhos e se expandiu para todo o Brasil.

Mas a história mais interessante se passou no ano de 1997, quando a Localiza buscou um sócio em um fundo de investimentos dos EUA. Salim mais uma vez procurou seus ‘amigos’ para se aconselhar sobre o fundo. Este fundo continha U$8 bilhões de dólares, e pagaria 50 milhões por 33% da Localiza.
TODOS foram contra, afinal naquela época não era comum empresas receberem investimentos assim. Ao pensar mais sobre o assunto ele colocou a idéia no papel e viu que em 26 anos, havia construído um patrimônio de 42 milhões de dólares, e se alguém chega e te oferece 50 MI por 1 terço não pode ser algo ruim. Salim ganharia em um dia, mais do que em 26 anos de trabalho. Após não seguir esse conselho a empresa estourou, e o fundo permaneceu até 2005 quando a Localiza realizou o IPO.

Ao falar sobre riscos em sua vida, Salin diz que o maior de todos foi abrir a empresa, e que empreender é tomar riscos.
Hoje próximo de passar o cargo de CEO para seu irmão, Salim diz ter diminuído o ritmo de trabalho para algo em torno de 12 a 15 horas diárias. Portanto, se você gosta de ter um horário fixo, com um número fixo de horas de trabalho, gosta de jogar futebol todas as terças e quintas, namorar as quartas e sábados, sair com os amigos nas sextas e não está disposto ,em algum momento, a abrir mão disso, você ainda tem uma grande chance de dar certo (1 em 1 milhão), mas ainda assim é uma chance.

Empreender poderá custar vida social, amigos, namorada, tempo e etc. E assim como tudo na vida, essa troca trará resultados.
Se você realmente batalhar, “agarrar o touro pelo chifre”, fazer jornadas de trabalho de 18, 16 horas e se esforçar muito, poderá chegar a seus objetivos.
Porém o sucesso custa caro! Você com certeza irá deixar coisas pelo caminho! Por isso, faça o que você gosta, faça com amor, porque se não existir esse amor pelo empreendedorismo a chance se se frustrar é grande.

Correndo o risco desse post parecer uma pagina de um livro barato de auto ajuda, gostaria que, depois de ter lido sobre a história de um empreendedor de sucesso, e visto que no inicio, os amigos parentes e até a namorada o chamaram de louco, principalmente por largar um emprego estável para se dedicar a um sonho. Pare um segundo pra pensar:  o mundo precisa desses loucos. Pessoas que transgridam com as idéias convencionais. Pessoas que sairam da corrida dos ratos, afinal são esse loucos que mudam o mundo. Esses loucos são responsáveis pelos produtos que consumimos todos os dias, pelo que vemos na TV, o que vestimos. Esses loucos definitivamente ditam o ritmo das nossas vidas e por isso não devemos repudiá-los pois eles movimentam TUDO.

Espero que todos se inspirem, não se deixem abater pelas dificuldades, arrisquem, dêem continuidade as suas idéias, projetos, empresas pois você estará entrando pro seleto time do movimento..

De um louco para muitos.

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