Arquivo do autor:arthurcamara

AND HERE WE…. GO!

Como diria nosso grande palhaço nem-tão-amigo da vizinhança assim, And Here we… GO.
Oficialmente, não temos nenhum produto pronto no ar. Ainda.
Mas temos algumas novidades. Inicialmente, uma launchpage para o pré-lançamento do VouProBar:
http://launch.vouprobar.com.br
Além disso, temos uma pequena página do Sppin, para “Marcar presença”, existindo, mesmo que ainda em um pequeno canto internético, sem muito conteúdo, mas já é alguma coisa.
Os créditos vão para o GRANDE Pedro, também conhecido como Lula, Lulinha, PP, Pedrinho, ou como você quiser.
Nosso endereço é:
http://www.sppin.com.br
Nos dê uma visita!
E deixe seus comentários aqui para nós. Estamos esperando!

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You are Stupid.

‎”You are STUPID. Listen to your USERS, or you will have NONE.”

Steven Paul Jobs

The Hero

Estou em choque. Nosso Alan Turing moderno morreu. O homem que reinventou nossa vida digital não está mais entre nós.
Se Turing basicamente inventou a computação como conhecemos, a comparação é, no mínimo, justa. Jobs nos deu a beleza dos computadores. Atenção aos detalhes. Nos mostrou o quão intuitivo poderia ser utilizar aquela máquina de calcular super poderosa, e que a filosofia do “Just Works” pode criar uma das empresas mais valiosas do mundo. Jobs reinventou a máquina idealizada por Turing. E, dizem, o homenageou e eternizou sua morte.
Steve recriou a indústria da música, fazendo renascer uma indústria fadada à morte na internet, além de nos presentear com os melhores dispositivos para desfrutar disso tudo, mudando o jeito com que escutávamos música.
Não fosse ele, ainda estariamos utilizando aparelhos com telas ridículas, sem aplicativos e com sua maior inovação o teclado com T9. Nunca iriamos imaginar que a internet estaria tão presente no nosso dia-a-dia, na palma de nossas mãos.
Seu mais novo filho inicio um nicho de mercado completamente novo, reinventando como lemos livros, utilizamos a internet e até mesmo como jogamos.
Os gênios morreram cedo. Seja com uma maçã ou por uma Maçã. Deixando marcas profundas em tudo o que fazemos hoje em dia.
Descanse em paz, gênio que mudou radicalmente como pensamos, agimos, trabalhamos, nos divertimos, nos relacionamos com pessoas e máquinas. Sua curta vida tornou nosso mundo um lugar completamente diferente. Um gênio empreendedor que nos deixou infinitas lições de como devemos agir. Apaixonados. Famintos. E tolos.

http://500px.com/photo/875827

Turing morreu

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Senhores, apertem seus cintos (Mais: A Organização megalomaníaca)

E começou a loucura.

Desenvolvimento a todo vapor, horas de reunião toda semana, git explodindo de updates. Ë amigos, a guerra começou. Modelo de negócios definido, logo sendo produzido NESSE MOMENTO e emoções a mil. Ainda é cedo para dizer quando o primeiro protóipo estará no ar (arriscaria ainda esse mês), mas o primeiro produto da Sppin está a caminho, senhoras e senhores! E se chama VouProBar. Em miúdos, uma plataforma de marketing para bares e restaurantes. Quando tivermos mais coisas definidas, vocês, nobres leitores do Startupismo, serão os primeiros a saber.

Temos uma organização interna meio megalomaníaca, para dizer no mínimo. Somos a Sppin, uma empresa com 4 sócios. Alexandre, Arthur, Guilherme e Pedro. Sem muito mistério. Ninguém entra aqui. Mas temos muitas idéias.

A primeira a sair do forno, VouProBar, não pertence propriamente à nos quatro, mas sim ao grupo Sppin. Logo, não são 25% para cada. E sim 100% do Sppin. E assim será todo e qualquer futuro projeto que faremos. Qualquer investidor (ALGUM?? ALGUÉM?? ANGELS?? VCs??? ESTAMOS ABERTOS A CONVERSAS!) ou possíveis sócios ou parceiros entram não no Sppin, mas sim em um projeto. No caso, VouProBar, se tornando sócio do Sppin, e não de nós quatro.

Parece meio exagero para quem começou agora, com o primeiro filho ainda na barriga, mas pensamos grande (MUITO grande) e achamos que assim seria melhor para nos fortalecermos e, quem sabe, crescer mais e mais. =D

A propósito, temos um concurso AGORA rolando no WeDoLogos.com.br. Um excelente site de criação de design, com uma ótima base de designers, prontos a te ajudar a criar qualquer coisa do seu negócio, desde nome, slogan e logo até cartão de visitas, webdesign, papelaria e mascote. Se quiserem nos ajudar na criação do logo da Sppin, fiquem à vontade para submeter seu projeto no AQUI

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Jogando tudo para o alto

Antes de iniciar, me desculpe pelo post pessoal. Mas isso periodicamente martela na minha cabeça durante horas. E não foi diferente esse fim de semana.

O tempo é nosso maior inimigo. Odiamos o tempo, ou melhor, a falta dele. Não conseguimos organizar nosso dia do jeito que queríamos, e, a tecnologia, que deveria nos ajudar, só atrapalha. Malditos push notifications. Queremos ficar o tempo inteiro conectado, mas, um amigo chamando no Facebook, o GTalk gritando pelo push do celular, isso tudo só atrapalha nossa vida. A facilidade de acessar o Twitter a qualquer momento também não é algo muito facilitador. Só enquanto escrevo isso, às 8h10 da manhã de segunda, meu celular já vibrou umas 12 vezes. Twitter, GTalk e Facebook.

Somando-se a esses problemas do século XXI, fazemos cada dia mais coisas. No meu caso, Aula, estágio, estudos e ainda tem que sobrar tempo para os amigos e a namorada. E cadê o tempo para se focar no que você quer fazer?

Muitas vezes meu impulso é de trancar o semestre. Só um semestre. E colocar minha vida de volta aos eixos. Alguns meses para fazer tudo o que queremos fazer, desenvolver o que queremos e então voltar aos estudos. Seria muita loucura fazer isso a essa altura do campeonato? Será que eu voltaria mesmo para a faculdade? Qual seria a reação dos meus pais, parentes e amigos? O que meu chefe diria? Acho que todos me achariam louco, idiota por largar a segurança da faculdade só para “perseguir um sonho”.

Estudei muito para estar aqui, e não quero perder a oportunidade de estudar no melhor curso de Computação do Brasil. Meu maior medo é não voltar mais. Trancar o semestre, colocar o produto no ar, dar certo e não querer mais voltar.

Eu não sei o que será daqui para a frente. Durmo cada dia menos, cada hora de sono pior aproveitada. Minhas notas não estão boas e a cobrança só aumenta. Quero férias, mas não para descansar. Muito pelo contrário, quero para trabalhar mais.

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Um dia de desenhos

Mais um dia de produtividade máxima, na medida do possível, claro. Eu e o Pedro somos estagiários em um laboratório do DCC (Departamento de Ciência da Computação). O Guilherme acabou de sair do seu na Faculdade de Economia e o Alexandre… Bem… O Alexandre é o Alexandre. Então, nosso tempo livre não é exatamente abundante, mas, ainda assim, foi incrível o tanto que conseguimos fazer hoje.

Não é segredo que queremos fazer algo na parte web. E, convenhamos, DESIGN MATTERS. Com a ajuda de um bom e velho quadro negro, em uma sala isolada do ICEx, passamos algumas boas e longas horas discutindo esse simples assunto: Design.

Após brigas, discussões, sangue e muito, muito MUITO pó de giz, chegamos a uma conclusão: Meu último post, sobre equipe, nunca fez tanto sentido. Ideias que pareciam lindas e perfeitas para mim foram completamente abandonadas após muitos sites visitados, desenhos, discussões e uma camiseta preta que ficará de molho por um bom tempo. Ao mesmo tempo que, a soma de diferentes ideias gerou algo completamente novo e superior do que qualquer outra coisa que já imaginamos. Novos conceitos surgiram, novas ideias pensadas e colocadas à prova.

De fato, nenhuma linha de código foi escrita hoje. Mas, até agora, esse foi o dia mais produtivo que tivemos. Mesmo com bronca de professor no meio do corredor.

Quando eu escrevia aquele post não imaginava o tanto que aquilo seria verdadeiro. Por fim, repito o que disse antes. Encontre pessoas que tenham visões diferentes das suas. Objetivos em comum, mas vivência diferente. Algo completamente diferente nascerá.

GENTLEMEN, START YOUR ENGINES!

Nenhum post agendado para a noite, então, só um rápido update: Oficialmente, começou o desenvolvimento do nosso primeiro lançamento. GENTLEMEN, START YOUR ENGINES!

Alguns detalhes mais técnicos:

  • Estamos usando Ruby on Rails, na versão 3.0.1 (Breve migramos para a nova 3.1.0)
  • Usamos um repositório GIT privado, gratuito, chamado Assembla. Se você tiver interesse, dê uma olhada 😉
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Por que não eu?

Você leu o meu último post e se animou sobre a possibilidade de levar a fama e de ter seu nome por aí. Ninguém mais para dividir os louros da glória. Tudo seu.

Então, vamos começar a tocar um negócio sozinho. 100% de share da empresa, ninguém mais para encher o saco, tudo girando em torno de você mesmo. Ótimo, não? Não.

Pense nas grandes companhias de hoje, principalmente na área de tecnologia. Microsoft. Bill Gates, certo? E a Apple do Steve Jobs? Google e o Larry Page. Facebook e Mark Zuckeberg. Nenhuma dessas empresas seriam do tamanho que são só por esses nomes. Steve Ballmer, Steve Wozniac, Sergey Brin e Eduardo Saverin, respectivamente, formaram, junto com seus pares mais famosos, algumas das empresas mais poderosas do mundo.

O principal problema de quem tem esse tipo de opinião é a falta de visão. Você pode ter a melhor ideia que o mercado já viu, que vai te garantir alguns milhões de dólares por mês. Nicho não explorado, ninguém nunca pensou nisso antes. Poderia ser o seu Oceano Azul. Mas essa é a sua opinião. O nicho pode ser grande para você, mas, com certeza, você não consegue enxergar todos os ângulos da história, deixando passar vários detalhes do plano que poderiam te alavancar muito mais. Além de provavelmente não encontrar aquele detalhe que pode afundar seu negócio.

Tenho muitas ideias. Às vezes fico horas e mais horas divagando e pensando em mil e uma loucuras diferentes, possibilidades de criar algo novo, melhorando os projetos atuais, expandindo, pensando em novas possibilidades de mercado e de negócios. Mas, sem sombra de dúvidas, nossas melhores ideias não vieram de uma pessoa só. Dividir suas ideias com amigos multiplica, e muito, o potencial delas, ajuda a encontrar novas possibilidades, novos meios, achar algum problema que você não tinha identificado antes. Cada um tem uma visão de mundo diferente, com origens e experiências diferentes, que servem para ampliar sua visão (visão além do alcance, há!)

Muitas vezes, dividir a empresa pode parecer doloroso, mas com certeza, vale a pena. Visões diferentes, opiniões distintas, tudo isso pode salvar um plano de afundar lindamente. Dificulta um pouco a gerência e a organização, mas vale cada cabelo branco a mais.

A sociedade é quase um casamento. Mas com mais pessoas e, ao contrário do matrimônio, traz lucro. De nada adianta casar com uma pessoa com exatamente as mesma ideais que você. Pessoas que pensam igual nunca terão discussões realmente produtivas. Boas brigas são aquelas que geram algo maior que a soma das ideias. Duas deias iguais nunca saem do lugar. Logo, procure sócios que não sejam necessariamente seus melhores amigos, mas sim aqueles que você sabe que, a partir de diferentes opiniões e grandes e acirradas brigas, vocês junto conseguirão gerar algo genial.

Agora vá atrás de sua alma-não-tão-gêmea, e brigue, discuta, se odeiem e gerem algo muito maior que vocês dois.

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Here comes (some) new challengers!

É cLaro que eu não iriA ser louco de começar nada sozinho. Somos 4 parceIros de loucuraS por aqui, no chamado Sppin. Todos esTudantes E um bAndo de idiota que, ao invés de ficar por aí procurando eMpregO, resolveu, entre provas, trabalhos e horários de estágio, desenvolver as ideias que apareceM nas sUas cabeças Insanas. Além de mim, ArThur Câmara, ainda sOmos: Alexandre Ravaiano, Guilherme Chaves e Pedro Lopes. Todos os 4 são colaboradores (ao menos em teoria) do Startupismo. Esperem por posts deles por aqui em breve!

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Quer motivos?

Daí que você está em uma ótima faculdade. Fazendo um curso excelente. Já tem um estágio garantido, ganhando até bem. Perspectivas ótimas para quando se formar. A área está aquecida. Salários em alta. Ou talvez, quem sabe fazer um mestrado, até mesmo um doutorado. Já imaginou? PhD. Você está com a vida ganha. Por que infernos, então, empreender? Pra quê arriscar tudo isso para colocar em prática aquela ideia louca que você imaginou a alguns anos atrás? Versão curta: Satisfação pessoal.

Antes de qualquer coisa, repito: Não estou, de forma alguma, desmerecendo quem opta por uma carreira acadêmica, ou carreira comum, entrando em alguma empresa. Apenas repito que existe outra opção, pouco explorada, principalmente pelos estudantes brasileiros.

O que pode ser mais satisfatório do que ter algo que você possa chamar de SEU? Aquele negócio que, graças ao seu esforço, começou, cresceu, e, agora, começa a dar frutos. Aquela sensação de que você realmente trabalhou por aquilo, e que tanto a glória quantos os resultados serão apenas seus, e não de uma grande empresa. Trazer seu sonho para a realidade, resolver aquele problema que você sempre teve, e ainda por cima capitalizar com isso. Como alguém não pode se sentir estimulado por isso?

No campo financeiro, pergunte-se, dentre todas as pessoas realmente ricas, são engenheiros, programadores ou administradores. Uma rápida análise revela que sim, empreender é sim um grande negócio.  Uma empresa bem administrada, com os auxílios certos, e, claro, uma boa proposta, geram renda. E, dependendo, muita renda.

E claro, seu rumo. Estando preso a algo ao alguém maior do que você gera uma dependência. Falta liberdade para execução, planejamento e imaginação. Ser o seu próprio patrão, tentando fugir dos clichês, te dá muito mais liberdade, ao mesmo tempo que muito mais responsabilidades. Nada de receber ordens, mas também, se você não trabalhar, quem vai sofrer vai ser você.

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