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Turn me on baby

Sei que algumas coisas que vão ser escritas aqui, provavelmente, já foram escritas anteriormente. E sei também que este será um assunto recorrente: Ambiente de trabalho. (by Guilherme Cordeiro)

É eu sei, posso não ser a pessoa com as maiores experiências de trabalho no grupo, mas tenho uma experiência que me faz sempre buscar ambientes de trabalho melhores. Encurtando a história, até pouco tempo atras, eu trabalhava sozinho em uma sala pequena. Resultado: depois de dois meses sem companhia naquele lugar não conseguia suportar  mais de duas horas de trabalho por dia. Ficava louco para ir embora, e em pouco tempo não tinha mais aquela vontade de ir para lá, por fim, não resisti e pedi as contas. O problema, neste caso, é bem simples: a falta de um ambiente de trabalho legal.

Posso ficar aqui teorizando meia hora sobre o que falar, mas vou ser direto. Um ambiente de trabalho bacana é estimulante.  O que digo é: ter alguém por perto para tagarelar nos intervalos do trabalho faz o clima ficar agradável, mas não é só isto.  Para uma startup, creio eu, que a cooperatividade entre os membros  é o que mais importa. Aquele sentimento de cumplicidade, de poder confiar no seu coleguinha do lado de olhos fechados, de poder falar honestamente com estas pessoas, isto é o que importa.

Outro ponto importante é a moral de cada um. Especialmente para uma startup, é importantíssimo que a moral de todos esteja elevada. Somos uma equipe, não uma organização, não temos e nem somos chefes internamente. Cada um opina e tudo é levado em conta. Isto, além de ser uma principio básico de uma startup (alguns chamariam de falta de organização) é importante para manter a harmonia do time.

Nosso caso, exemplifica bem o que foi descrito acima, basicamente: estamos há um ano conversando sobre estas coisas, mais recentemente as coisas começaram a sair do papel. Não sou bobo de achar que tudo será calmo e tranquilo, sei que teremos nossas discussões internas e tudo mais. Mas sei que é necessário um ambiente agradável para as coisas fluírem.

P.S.: Sorry Lulinha, roubei seu tema. Mas sentia que tinha que falar disto.

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Sobre Medos E Motivações

Primeiramente, gostaria de me apresentar: Para aqueles que não me conhecem sou Guilherme Cordeiro,  um dos doidos que resolveu juntar o conhecimento que possuí para tentar fazer alguma coisa bacana e que valha a pena.

O titulo deste post  representa os dois lados de sentimentos que levam uma pessoa a empreender. Se por um lado, a  satisfação pessoal e a chance de poder gerenciar seu negócio são atrativos para se empreender. Por outro, o medo de perder tempo e dinheiro é uma constante na maior parte das pessoas. Assim, vou falar um pouco sobre isto neste post.

De forma mais geral, posso falar que somos treinados a ser medrosos desde que damos os primeiros passos. Somos sempre instruídos a buscar apoio, sempre agindo de forma conservadora e limitada. De certa forma, isto funciona razoavelmente bem. Vejam só: como os outros autores do blog, sou estudante de computação de uma das melhores universidades do brasil. Com um pequeno esforço, consigo arranjar algum emprego que me sustente um estilo de vida com certas mordomias para o resto da vida. Uma pessoa em sã consciência escolheria o caminho natural: graduação com louvores, mestrado e um doutorado, isto somado à um emprego com um plano de carreiras que no final te colocaria no topo de uma carreira técnica.

Como já disse antes, eu sou doido. Para mim, esta carreira não é o suficiente, acho que não me sentiria satisfeito. Nesta situação, querendo ou não você acaba trabalhando para outra pessoa, vendo os créditos de um trabalho indo para os fundadores/diretores. Daí eu me pergunto, por que eu não posso ser o fundador/diretor? É claro que eu posso, se eu me dedicar  eu tenho uma chance, se eu me arriscar à conseguir algo melhor eu tenho uma chance. O ponto da questão, neste caso, é assumir riscos. Quando se quer alguma coisa neste sentido é necessário encarar seus medos, principalmente o medo de perder uma carreira segura e tranquila em alguma empresa, e agir.

Convivendo no ambiente de computação, consigo ver claramente que a maior parte das pessoas continua medrosa. Em geral, são alunos com potencial gigantesco, mas abrem mão de desenvolver  por uma zona de conforto já estabelecida. Conversando com algumas destas pessoas, vejo que o discurso tem sempre a mesma cara: “Não tenho tempo para desenvolver” ou “Não vai dar dinheiro”, mas a pior é  “Esta área não tem oportunidades” que escutei à algum tempo atrás.  Outra parte da minha motivação são estas pessoas, quero mostrar para elas que existe um caminho, pouco convencional, que pode dar certo.  Algo que vai demandar tempo e dinheiro, mas algo que me dê satisfação.

Por fim, para aqueles que pensam que é fácil, empreendedorismo não é brincadeira de criança. É preciso entender e aceitar os riscos corridos para este tipo de coisa.  Nós quatro estamos cientes de todos os riscos, tanto os que já assumimos quanto os que ainda vamos assumir.

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