Arquivo da categoria: Startup

Modelo de Negócios x Plano de Negócios

Uma velha discussão, duas diferentes soluções. Modelo de negócios, uma solução rápida para o levantamento inicial de valores tetos e avaliação do produto. Plano de negócios, algo mais abrangente, com análises mais detalhadas, mas bem mais burocrático e demorado. Ambos são importantes. Ambos tem seus valores. Cada um em determinado ponto do negócio.

O modelo de negócios é mais importante num primeiro momento para se ter uma noção muito boa do negócio. Nele você pode identificar fraquezas, dificuldades, como monetizar sua ferramenta, parceiros, entre outras coisas. Tudo isso de maneira rápida, fácil e visual. A ferramenta mais utilizada para representá-lo é uma tela criada justamente para isso. Essa tela pode ser encontrada em Business Model Generation e existem diversas ferramentas para isso. Falarei exclusivamente dele num outro post.

Já o plano de negócios é um documento mais formal, geralmente criado em alguns meses mas que é muito pedido por investidores, num momento mais avançado de negociação. Além disso nele tem-se um planejamento da empresa em diversas áreas, um estudo do seu mercado, do seu consumidor, dos aspectos que podem levar sua empresa a se dar mal. Geralmente usa-se o modelo de negócios como base e no plano o detalhamento é bem maior. Consegue ter a real noção do alcance da sua empresa.

Os dois são legais de se ter, o primeiro para um alcance mais geral, o segundo para um planejamento mais à longo prazo. Ambos são importantes e cada um em seu tempo. Os dois te trazem uma visão legal do negócio e podem mostrar pensamentos não observados anteriormente.

Vendas Mil com bahianos

Bom, primeiro que enchi muito o saco dos meus sócios para voltarem a escrever no blog, mas eu mesmo não estava escrevendo nada aqui. Bom isso vai mudar. Estou voltando a escrever e quero escrever com certa frequência, ainda mais agora que minha startup está num estágio muito legal, o de vender.

Não é muito fácil, já deu para ver. Ir e tomar nãos na cara, às vezes parece doloroso, mas é o necessário. A taxa de aceitação não é das mais altas, mas aos poucos vai se aprendendo.

Falando em aprender, quem disse que em viagens de descanso não se possa aprender? Essa semana como bom mineiro fui à praia e me foi comovente a habilidade dos bahianos de venderem seus produtos. Eles sabem oferecer, cativar o comprador. Certas vezes de maneiras um tanto quanto inescrupulosas, mas fazem o que tem que ser feito: Vender.

Os Bahianos te oferecem produtos que muitas vezes você não tem a menor vontade de comprar. E te vendem. Baixam os preços, mostram qualidades e defeitos, como funcionar e ainda te dão garantia. Algo sensacional.

Te fidelizam. Brincam na hora de brincar, te deixam a vontade para pensar, tiram suas dúvidas, atendimento de primeira. Tudo em prol da venda. Se conseguíssimos converter, fidelizar nas vendas igual esses bahianos, nossas taxas seriam melhores.

Tentando aprender nas pequenas coisas desse mundo.

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O poder do bom design

Não sou designer. Não entendo de padrões de aplicativo. Sou literalmente uma porta para essas coisas. Não sei pensá-los, sei usá-los. Sei ter experiências de usuário.

Gosto de testar aplicativos. Analisar interfaces. Elogiar facilidades e criticar dificuldades.

Estou entrando nessa vida mobile agora (De Desenvolvimento, pois sou muito prematuro em questão de uso móvel, desde os 10 ou 11 anos de idade, indo de Java a Android, passando por Symbian) e cada dia mais percebo a importância de um bom design, ainda mais no universo Startup.

Falando de mobile, com a diversidade de Sistemas operacionais atuais – Windows Phone, Android e IOS – é importante sabermos as características de cada um dos mesmos para que possamos atender as três demandas.

Um bom exemplo disso é o do Foursquare.

Sabendo das diferenças entre os três sistemas, a empresa criou três layouts diferentes, um para cada sistema.

Para Windows Phone, que é um sistema mais fluído e minimalista, o Foursquare seguiu a mesma linha do sistema e criou um app fluído e minimalista. Fantástico.

Já o IOS, um sistema mais focado em jovens e pessoas que se importam com aparência e qualidade do produto, além de uma experiência de uso excelente, a empresa criou um app bonito e muito funcional. Elegante.

Para Android o foco é um produto que rode em qualquer aparelho de maneira igual e estável, pois a diversidade de aparelhos do sistema é enorme, partindo desde aparelhos fantásticos até aparelhos fracos em questão de poder de fogo. O Foursquare não decepcionou e criou um aplicativo super  rápido e leve. Fenomenal

Esse tipo de planejamento me leva a pensar que toda startup deve ter um “plano de design”, pois o modo  de conseguir usuários ou clientes depende diretamente da imagem passada pela empresa. Como o principal modo de angariá-los é através da web, ter um sistema funcional, simples e bonito é o principal meio de chamar a tenção de todos.

Tudo bem que isso pode entrar em conflito com a ideia de lançamento rápido, mas é possível sim aliar beleza, leveza e agilidade de criação. Hoje há diversas maneiras de se conseguir um bom design pagando pouco ou simplesmente através do lindo do Bootstrapping.

Além disso é muito importante analisar o terreno que iremos pisar e moldar a situação de acordo com o mesmo, pois se não temos condição de criar algo perfeitamente lindo, crie dentro de sua realidade. Mais vale algo pronto na mão que um layout voando, mas na primeira oportunidade melhore. Mas comece pelo design. No universo Startup, se conquista pelo poder do uso fácil e da beleza do todo.

Aprendendo com os aprendizados…

Após meses sem um post aqui no blog eis que eu, por vontade própria, venho escrever algo. Se passaram dias, talvez meses sem que alguém desse a cara aqui. E isso me faz pensar.

A área de tecnologia é a área que mais se atualiza. Nascem diversos serviços e produtos a todo instante e um momento de bobeira você é apedrejado e sai do mercado. Mesmo com uma infinidade de oportunidades entrar no mercado é cada vez mais difícil e sair cada vez mais fácil. Qualidade é algo essencial, mas por muitas vezes entrar no mercado e ir aperfeiçoando o produto pode ser mais importante. Deixar de dar suporte ou de aprimorar sua marca, empresa, serviço ou produto pode ser um erro quase sem reparo.

Nesse tempo sem postagens muitas coisas aconteceram. Mudanças de planos. Tapas na cara. Procrastinações. Férias. Trabalho pesado. Vimos que erramos em alguns aspectos por falta de experiência. Apreciamos que mesmo jovens e sem muita maturidade começamos a plantar nossos frutos. Nos mostraram que podíamos dar certo de outra maneira e que para tal temos de nos planejar e trabalhar mais.

Concomitantemente alguns de nós viajaram e os pensamentos tomaram novos ares. Mentalidades renovadas. Espíritos famintos. Oportunidades a todo vapor. Nós mesmos conseguimos refletir nossos erros e acertos e com nossa cabeça, pensar no melhor rumo a trilhar. Esfriar a cuca e colocar os miolos para trabalhar. Volta o tempo do trabalho árduo, das conversas e discussões, mas principalmente do dar certo e estar no ar, o tempo de aprender agora é outro. É tempo de aprender com nossos próprios aprendizados…

A corrida pelo ouro e a glória perpétua…

Sem dúvida alguma, o ouro nos fascina. O poder e beleza do nobre metal nos encanta. Mas, mais que o simples ouro bruto, as peças dele dependente, tem um poder muito maior. Para chegar até o estado de uma jóia, demanda tempo, dinheiro e muito trabalho…
O tempo, todos nós conhecemos. É a ele que culpamos por não alcançarmos êxito nas mais diversas tarefas, sem nunca lembrarmos que nosso tempo é fruto da nossa organização. Imprevistos podem acontecer, mas como o nome diz, são imprevistos.
Dinheiro é nosso melhor benfeitor e nosso pior inimigo… Se com ele já é difícil, sem então, pode ser insustentável… Mas não é ele que nos rege, não é por ele que vivemos e nem para quem trabalhamos. Ele deve trabalhar para nós e da melhor forma possível.
Já o trabalho é o maior e mais belo bem que dispomos… Com ele fazemos é criamos de tudo. Criamos tempo e conseguimos dinheiro. Mas para desenvolve-lo demanda disciplina, controle e principalmente vontade. Estar motivado e querer ganhar é parte do ser humano, mas garra sem trabalho, não passa de simples pensar.
Se organizar é difícil, porém com esforço, trabalho e disciplina podemos melhorar o rendimento do que desejarmos e alavancarmos de vez qualquer projeto.

P.S. Esse mês de novembro está rolando muitas palestras e debates, workshops entre outras atividades, em várias cidades do Brasil. Para mais informações sobre a semana entre em http://www.semanaglobal.org.br/ vale muito a pena.

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Palestra com Salim Mattar, desafios do louco empreendedor, e uma dose de auto ajuda

Nessa semana fui a uma palestra sensacional com o empresário Salim Mattar fundador e CEO da Localiza, locadora de carros que está entre as sete maiores do mundo, e é a maior do hemisfério sul.

Na palestra ele contou sua história, que é obviamente de sucesso, mas o que vemos na verdade é que por traz de todo o sucesso, empreender da muito mais trabalho que qualquer simples emprego.

Para começar, cito como exemplo o primeiro contato profissional com a empresa Vale:

“No começo nos tínhamos dez a doze carros e eu procurei a companhia Vale do Rio Doce dizendo que na minha empresa só tinham carros novos com motoristas executivos, bilíngues, profissionais, e que estávamos pronto a atender a companhia Vale do Rio Doce.
Quando cheguei em meu escritório, a pessoa que eu acabara de visitar me ligou, solicitando um carro para o outro dia as 8hs da manhã.
Como não havia, de fato, motorista algum, eu seria o motorista. No outro dia peguei o carro, coloquei uma grava e fui até lá! Quando cheguei, o diretor que havia conversado comigo no dia anterior me disse:
– Mas Salim, você não disse que tinha um motorista, o que VOCÊ está fazendo aqui? Então eu respondi:
– Doutor, pra ter certeza que o primeiro serviço vai ser bem feito, eu próprio vou fazer!”

Aí está um exemplo de como usar uma situação, aparentemente ruim, a seu favor. A partir desse dia, a Localiza conseguiu a conta da Vale que até hoje é cliente da empresa do Salim.

Quando Salim foi abrir sua empresa, todos foram contra, inclusive amigos e namorada, aconselhando-o a não fazer aquilo já que estavam na época da primeira crise do petróleo.
Alguns anos depois, ele quis se expandir. Mais uma vez, conversando com seus amigos que  agora eram advogados, diretores de bancos, diretores de grandes empresas, ninguém foi a seu favor. Disseram que ele já havia construído um patrimônio sólido e que não deveria ser colocá-lo ‘a perder’. Voltando para seu escritório, tomando uma chuva daquelas, ele esfriou a cabeça e decidiu ignorar – mais uma vez – os conselhos de seus amigos  e expandir. Em um ano após a expansão, ele comprou 11 locadoras pelo Brasil, e o negócio explodiu.
Pela terceira vez Salim recorreu aos seus amigos para pedir opinião sobre a idéia de abrir a marca ‘Localiza’ para Franchising. Todos, de maneira unânime foram contra. Ele (and again, and again…) foi na contra mão dos conselhos e se expandiu para todo o Brasil.

Mas a história mais interessante se passou no ano de 1997, quando a Localiza buscou um sócio em um fundo de investimentos dos EUA. Salim mais uma vez procurou seus ‘amigos’ para se aconselhar sobre o fundo. Este fundo continha U$8 bilhões de dólares, e pagaria 50 milhões por 33% da Localiza.
TODOS foram contra, afinal naquela época não era comum empresas receberem investimentos assim. Ao pensar mais sobre o assunto ele colocou a idéia no papel e viu que em 26 anos, havia construído um patrimônio de 42 milhões de dólares, e se alguém chega e te oferece 50 MI por 1 terço não pode ser algo ruim. Salim ganharia em um dia, mais do que em 26 anos de trabalho. Após não seguir esse conselho a empresa estourou, e o fundo permaneceu até 2005 quando a Localiza realizou o IPO.

Ao falar sobre riscos em sua vida, Salin diz que o maior de todos foi abrir a empresa, e que empreender é tomar riscos.
Hoje próximo de passar o cargo de CEO para seu irmão, Salim diz ter diminuído o ritmo de trabalho para algo em torno de 12 a 15 horas diárias. Portanto, se você gosta de ter um horário fixo, com um número fixo de horas de trabalho, gosta de jogar futebol todas as terças e quintas, namorar as quartas e sábados, sair com os amigos nas sextas e não está disposto ,em algum momento, a abrir mão disso, você ainda tem uma grande chance de dar certo (1 em 1 milhão), mas ainda assim é uma chance.

Empreender poderá custar vida social, amigos, namorada, tempo e etc. E assim como tudo na vida, essa troca trará resultados.
Se você realmente batalhar, “agarrar o touro pelo chifre”, fazer jornadas de trabalho de 18, 16 horas e se esforçar muito, poderá chegar a seus objetivos.
Porém o sucesso custa caro! Você com certeza irá deixar coisas pelo caminho! Por isso, faça o que você gosta, faça com amor, porque se não existir esse amor pelo empreendedorismo a chance se se frustrar é grande.

Correndo o risco desse post parecer uma pagina de um livro barato de auto ajuda, gostaria que, depois de ter lido sobre a história de um empreendedor de sucesso, e visto que no inicio, os amigos parentes e até a namorada o chamaram de louco, principalmente por largar um emprego estável para se dedicar a um sonho. Pare um segundo pra pensar:  o mundo precisa desses loucos. Pessoas que transgridam com as idéias convencionais. Pessoas que sairam da corrida dos ratos, afinal são esse loucos que mudam o mundo. Esses loucos são responsáveis pelos produtos que consumimos todos os dias, pelo que vemos na TV, o que vestimos. Esses loucos definitivamente ditam o ritmo das nossas vidas e por isso não devemos repudiá-los pois eles movimentam TUDO.

Espero que todos se inspirem, não se deixem abater pelas dificuldades, arrisquem, dêem continuidade as suas idéias, projetos, empresas pois você estará entrando pro seleto time do movimento..

De um louco para muitos.

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Ocupação: vendedor, desenvolvedor, administrador, gerente…

Primeiramente gostaria de pedir desculpas aos nossos leitores pela falta de postagens nos últimos dias, mas foi que o tempo apertou em todos (e bons) sentidos e em próximas postagens relatados o que aconteceu com vocês.
Agora, voltando ao assunto, estava observando o quanto iniciar um projeto requer esforço e dedicação. Nesses últimos dias fomos de tudo, de empresário a trabalhador de chão de fábrica, passando por administrador e gerente de projetos, marketing e (por que não?) financeiro.
Tivemos que tomar grandes decisões de implementações técnicas sobre o projeto. Nosso momento gerente de projetos.
Após isso tivemos que fazer escolhas quanto a marca e criação de uma logo, nosso momento gerente de marketing.
Com isso, tivemos que escolher como, quanto e onde gastar dinheiro. Nosso momento gerente financeiro.
Por último tivemos que botar a mão na massa e criar, fazer, construir. Este foi nosso momento trabalhador de chão de fábrica.
Todos estas experiências juntas me fizeram observar que realmente um administrador deve saber e passar por cada etapa do produto, da empresa. Conhecer realmente os critérios e metodologias adotados e que principalmente no início de uma startup é necessário passar por tudo isso para que dê certo.
Conhecimento nunca é demais, e após uma semana de muita conquista, conversa e ação se mostra importante o quanto o conhecimento em quaisquer áreas é importante. Mesmo que julgue inútil algo, aprenda, pois poderá ser, e com certeza será, útil um dia.
Uma pequena experiência de quem foi de tudo dentro de uma empresa, em algumas semanas.

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Turn me on baby

Sei que algumas coisas que vão ser escritas aqui, provavelmente, já foram escritas anteriormente. E sei também que este será um assunto recorrente: Ambiente de trabalho. (by Guilherme Cordeiro)

É eu sei, posso não ser a pessoa com as maiores experiências de trabalho no grupo, mas tenho uma experiência que me faz sempre buscar ambientes de trabalho melhores. Encurtando a história, até pouco tempo atras, eu trabalhava sozinho em uma sala pequena. Resultado: depois de dois meses sem companhia naquele lugar não conseguia suportar  mais de duas horas de trabalho por dia. Ficava louco para ir embora, e em pouco tempo não tinha mais aquela vontade de ir para lá, por fim, não resisti e pedi as contas. O problema, neste caso, é bem simples: a falta de um ambiente de trabalho legal.

Posso ficar aqui teorizando meia hora sobre o que falar, mas vou ser direto. Um ambiente de trabalho bacana é estimulante.  O que digo é: ter alguém por perto para tagarelar nos intervalos do trabalho faz o clima ficar agradável, mas não é só isto.  Para uma startup, creio eu, que a cooperatividade entre os membros  é o que mais importa. Aquele sentimento de cumplicidade, de poder confiar no seu coleguinha do lado de olhos fechados, de poder falar honestamente com estas pessoas, isto é o que importa.

Outro ponto importante é a moral de cada um. Especialmente para uma startup, é importantíssimo que a moral de todos esteja elevada. Somos uma equipe, não uma organização, não temos e nem somos chefes internamente. Cada um opina e tudo é levado em conta. Isto, além de ser uma principio básico de uma startup (alguns chamariam de falta de organização) é importante para manter a harmonia do time.

Nosso caso, exemplifica bem o que foi descrito acima, basicamente: estamos há um ano conversando sobre estas coisas, mais recentemente as coisas começaram a sair do papel. Não sou bobo de achar que tudo será calmo e tranquilo, sei que teremos nossas discussões internas e tudo mais. Mas sei que é necessário um ambiente agradável para as coisas fluírem.

P.S.: Sorry Lulinha, roubei seu tema. Mas sentia que tinha que falar disto.

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Produtividade (uma experiência após um dia produtivo)

Alguns conceitos simplesmente se entende e se vê. Um deles é o de produtividade. Muitas vezes achamos que produzir é simplesmente construir, trabalhar, porém muitas vezes simplesmente parar, refletir e pensar pode ser muito mais produtivo que tentar construir algo do zero.

Planejar é, sem dúvida alguma, a parte mais difícil e importante de um projeto. Mesmo assim há um grande número de pessoas que sequer pensam em como e o que fazer. Às vezes grandes ideias são jogadas fora simplesmente por falta de planejamento.

Ficar “parado” não quer dizer necessariamente deixar de trabalhar. As vezes produz-se mais conversando, discutindo do que implementando a ideia. O fato de se estar constantemente ocupado não indica que há maior produtividade, apenas pode ser um fator crítico que seu tempo não está sendo bem administrado.

Produza mais, mesmo que isso não gere um produto físico, as trocas de experiências e pensamentos podem gerar mais conhecimento que qualquer outro tipo de produção.

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Dominação mundial, experiência e fracasso, e a maratona empreendedora.

Muitas vezes o nome StartUp é associado a empresas com idéias inovadoras que irão mudar os rumos do mercado, ter um alcance gigantesco e praticamente ‘dominar o mundo’. Isso é um sonho para um empreendedor, mas sabemos que na realidade as coisas são mais difíceis.

O importante para o sucesso de uma empresa é conseguir desenvolver um produto/serviço que realmente faça a diferença para o publico. Dai temos um ponto importante, as oportunidades para empreender são muitas e estão ai para todos! Desde idéias que surgem quando vislumbramos uma deficiência no mercado, ou ainda enxergamos melhores soluções em produtos e/ou serviços já existentes.

Muito bem, eu tenho a idéia! E agora? Vamos colocar em pratica!!

Não se agarre as desculpas, dizer que é difícil, que os impostos são muito altos, que a concorrência é muito forte… Isso não irá te levar a lugar algum. Talvez as chances da sua empresa dar certo sejam pequenas, mas coloque em prática! Sem tentar, o que resta é o fracasso!

E se não der certo? Antes de pensar nisso coloque em pratica! Você pode ter uma ótima idéia mas somente ela não vale nada. O valor será agregado na execução! Se seu produto/serviço realmente conseguir usuários que paguem por ele, você saberá que existirão outros também dispostos a pagar. Se der errado você terá ganhado experiência que muitas vezes, acreditem ou não, é mais importante que o sucesso imediato.

Pra terminar vou usar um conceito apresentado no Nerdcast 203 pelo empreendedor Alexandre Ottoni do site Jovem Nerd. Ele diz que o mundo dos negócios é como um trem que NUNCA para nas estações. Se você deseja embarcar não poderá ficar parado, terá que correr atrás e se agarrar nele!!! Não se pode correr uma ‘maratona’ dessas sem treino, por isso, como disse antes, a experiência é essencial.

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