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Lado a lado com mentores

Não é de todo estranho se sentir perdido em processos ou no dia a dia de uma empresa. Ter uma startup é muito mais que só desenvolver um produto e fazê-lo dar certo. É preparação, pensamento estratégico, disciplina e muito suor. Até aí nenhuma novidade, o problema é que nenhuma dessas coisas nos são passadas no dia a dia estudantil. Podem até nos serem faladas, mostradas em alguns casos, mas se viver na pratica não é a mesma coisa.

Graças a isso começamos muito cru. Não sabíamos da importância de algumas coisas que nos eram passadas. De informações para serem lidas nas entre-linhas. Coisas que deveríamos ter feito antes de dar um próximo passo, mas fomos aprendendo, errando muito mas aprendendo. Conseguimos diminuir nossa taxa de erro trocando informações com demais pessoas. Aprendendo a ouvir mais que a falar. Tínhamos, de uma maneira indireta mentores.

Essas pessoas nos auxiliavam na parte administrativa, validação de modelo de negócios, precificação, controle de caixa, registro de marca, na parte burocrática e até mesmo no desenvolvimento do produto, dando feedback e sugerindo alterações e novas features (ou tirá-las também). E tudo isso apenas pela movimentação da grande máquina empreendedora.

Há aproximadamente 1 mês conseguimos nosso primeiro mentor direto. Ele é uma pessoa com experiência no nosso mercado e de uma área que precisamos muito de experiência para a criação da empresa. Em poucas reuniões já sentimos um puxão de orelha bem dado e uma vontade extra de trabalhar e trabalhar. Ele já nos ensinou muito mais do que imaginaríamos e isso em um curto período de tempo.

Ter um mentor é muito mais que alguém que simplesmente te dá um empurrãozinho, é alguém que, com toda sua experiência, passa para você o que ele já vivenciou, ensina atalhos de determinada tarefa ou te ajuda a organizar algo que você sozinho não conseguiria. Se for para dar um conselho seria: busque um mentor para sua empresa. Alguém da área de atuação, que tenha noção do caminho a se trilhar. Não que você vá fazer tudo que ele diz, mas pelo menos será um novo jeito de pensar e uma diretriz que poderá ser seguida.

Só nos ajudando e tutorando giramos a roda empreendedora e incentivamos cada vez mais pessoas a entrar nesse belo e trabalhoso caminho. Portanto fica aqui o meu muito obrigado a todos que de uma maneira ou de outra estão nos mentorando.

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Senhores, apertem seus cintos (Mais: A Organização megalomaníaca)

E começou a loucura.

Desenvolvimento a todo vapor, horas de reunião toda semana, git explodindo de updates. Ë amigos, a guerra começou. Modelo de negócios definido, logo sendo produzido NESSE MOMENTO e emoções a mil. Ainda é cedo para dizer quando o primeiro protóipo estará no ar (arriscaria ainda esse mês), mas o primeiro produto da Sppin está a caminho, senhoras e senhores! E se chama VouProBar. Em miúdos, uma plataforma de marketing para bares e restaurantes. Quando tivermos mais coisas definidas, vocês, nobres leitores do Startupismo, serão os primeiros a saber.

Temos uma organização interna meio megalomaníaca, para dizer no mínimo. Somos a Sppin, uma empresa com 4 sócios. Alexandre, Arthur, Guilherme e Pedro. Sem muito mistério. Ninguém entra aqui. Mas temos muitas idéias.

A primeira a sair do forno, VouProBar, não pertence propriamente à nos quatro, mas sim ao grupo Sppin. Logo, não são 25% para cada. E sim 100% do Sppin. E assim será todo e qualquer futuro projeto que faremos. Qualquer investidor (ALGUM?? ALGUÉM?? ANGELS?? VCs??? ESTAMOS ABERTOS A CONVERSAS!) ou possíveis sócios ou parceiros entram não no Sppin, mas sim em um projeto. No caso, VouProBar, se tornando sócio do Sppin, e não de nós quatro.

Parece meio exagero para quem começou agora, com o primeiro filho ainda na barriga, mas pensamos grande (MUITO grande) e achamos que assim seria melhor para nos fortalecermos e, quem sabe, crescer mais e mais. =D

A propósito, temos um concurso AGORA rolando no WeDoLogos.com.br. Um excelente site de criação de design, com uma ótima base de designers, prontos a te ajudar a criar qualquer coisa do seu negócio, desde nome, slogan e logo até cartão de visitas, webdesign, papelaria e mascote. Se quiserem nos ajudar na criação do logo da Sppin, fiquem à vontade para submeter seu projeto no AQUI

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Turn me on baby

Sei que algumas coisas que vão ser escritas aqui, provavelmente, já foram escritas anteriormente. E sei também que este será um assunto recorrente: Ambiente de trabalho. (by Guilherme Cordeiro)

É eu sei, posso não ser a pessoa com as maiores experiências de trabalho no grupo, mas tenho uma experiência que me faz sempre buscar ambientes de trabalho melhores. Encurtando a história, até pouco tempo atras, eu trabalhava sozinho em uma sala pequena. Resultado: depois de dois meses sem companhia naquele lugar não conseguia suportar  mais de duas horas de trabalho por dia. Ficava louco para ir embora, e em pouco tempo não tinha mais aquela vontade de ir para lá, por fim, não resisti e pedi as contas. O problema, neste caso, é bem simples: a falta de um ambiente de trabalho legal.

Posso ficar aqui teorizando meia hora sobre o que falar, mas vou ser direto. Um ambiente de trabalho bacana é estimulante.  O que digo é: ter alguém por perto para tagarelar nos intervalos do trabalho faz o clima ficar agradável, mas não é só isto.  Para uma startup, creio eu, que a cooperatividade entre os membros  é o que mais importa. Aquele sentimento de cumplicidade, de poder confiar no seu coleguinha do lado de olhos fechados, de poder falar honestamente com estas pessoas, isto é o que importa.

Outro ponto importante é a moral de cada um. Especialmente para uma startup, é importantíssimo que a moral de todos esteja elevada. Somos uma equipe, não uma organização, não temos e nem somos chefes internamente. Cada um opina e tudo é levado em conta. Isto, além de ser uma principio básico de uma startup (alguns chamariam de falta de organização) é importante para manter a harmonia do time.

Nosso caso, exemplifica bem o que foi descrito acima, basicamente: estamos há um ano conversando sobre estas coisas, mais recentemente as coisas começaram a sair do papel. Não sou bobo de achar que tudo será calmo e tranquilo, sei que teremos nossas discussões internas e tudo mais. Mas sei que é necessário um ambiente agradável para as coisas fluírem.

P.S.: Sorry Lulinha, roubei seu tema. Mas sentia que tinha que falar disto.

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Jogando tudo para o alto

Antes de iniciar, me desculpe pelo post pessoal. Mas isso periodicamente martela na minha cabeça durante horas. E não foi diferente esse fim de semana.

O tempo é nosso maior inimigo. Odiamos o tempo, ou melhor, a falta dele. Não conseguimos organizar nosso dia do jeito que queríamos, e, a tecnologia, que deveria nos ajudar, só atrapalha. Malditos push notifications. Queremos ficar o tempo inteiro conectado, mas, um amigo chamando no Facebook, o GTalk gritando pelo push do celular, isso tudo só atrapalha nossa vida. A facilidade de acessar o Twitter a qualquer momento também não é algo muito facilitador. Só enquanto escrevo isso, às 8h10 da manhã de segunda, meu celular já vibrou umas 12 vezes. Twitter, GTalk e Facebook.

Somando-se a esses problemas do século XXI, fazemos cada dia mais coisas. No meu caso, Aula, estágio, estudos e ainda tem que sobrar tempo para os amigos e a namorada. E cadê o tempo para se focar no que você quer fazer?

Muitas vezes meu impulso é de trancar o semestre. Só um semestre. E colocar minha vida de volta aos eixos. Alguns meses para fazer tudo o que queremos fazer, desenvolver o que queremos e então voltar aos estudos. Seria muita loucura fazer isso a essa altura do campeonato? Será que eu voltaria mesmo para a faculdade? Qual seria a reação dos meus pais, parentes e amigos? O que meu chefe diria? Acho que todos me achariam louco, idiota por largar a segurança da faculdade só para “perseguir um sonho”.

Estudei muito para estar aqui, e não quero perder a oportunidade de estudar no melhor curso de Computação do Brasil. Meu maior medo é não voltar mais. Trancar o semestre, colocar o produto no ar, dar certo e não querer mais voltar.

Eu não sei o que será daqui para a frente. Durmo cada dia menos, cada hora de sono pior aproveitada. Minhas notas não estão boas e a cobrança só aumenta. Quero férias, mas não para descansar. Muito pelo contrário, quero para trabalhar mais.

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Dominação mundial, experiência e fracasso, e a maratona empreendedora.

Muitas vezes o nome StartUp é associado a empresas com idéias inovadoras que irão mudar os rumos do mercado, ter um alcance gigantesco e praticamente ‘dominar o mundo’. Isso é um sonho para um empreendedor, mas sabemos que na realidade as coisas são mais difíceis.

O importante para o sucesso de uma empresa é conseguir desenvolver um produto/serviço que realmente faça a diferença para o publico. Dai temos um ponto importante, as oportunidades para empreender são muitas e estão ai para todos! Desde idéias que surgem quando vislumbramos uma deficiência no mercado, ou ainda enxergamos melhores soluções em produtos e/ou serviços já existentes.

Muito bem, eu tenho a idéia! E agora? Vamos colocar em pratica!!

Não se agarre as desculpas, dizer que é difícil, que os impostos são muito altos, que a concorrência é muito forte… Isso não irá te levar a lugar algum. Talvez as chances da sua empresa dar certo sejam pequenas, mas coloque em prática! Sem tentar, o que resta é o fracasso!

E se não der certo? Antes de pensar nisso coloque em pratica! Você pode ter uma ótima idéia mas somente ela não vale nada. O valor será agregado na execução! Se seu produto/serviço realmente conseguir usuários que paguem por ele, você saberá que existirão outros também dispostos a pagar. Se der errado você terá ganhado experiência que muitas vezes, acreditem ou não, é mais importante que o sucesso imediato.

Pra terminar vou usar um conceito apresentado no Nerdcast 203 pelo empreendedor Alexandre Ottoni do site Jovem Nerd. Ele diz que o mundo dos negócios é como um trem que NUNCA para nas estações. Se você deseja embarcar não poderá ficar parado, terá que correr atrás e se agarrar nele!!! Não se pode correr uma ‘maratona’ dessas sem treino, por isso, como disse antes, a experiência é essencial.

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Por que não eu?

Você leu o meu último post e se animou sobre a possibilidade de levar a fama e de ter seu nome por aí. Ninguém mais para dividir os louros da glória. Tudo seu.

Então, vamos começar a tocar um negócio sozinho. 100% de share da empresa, ninguém mais para encher o saco, tudo girando em torno de você mesmo. Ótimo, não? Não.

Pense nas grandes companhias de hoje, principalmente na área de tecnologia. Microsoft. Bill Gates, certo? E a Apple do Steve Jobs? Google e o Larry Page. Facebook e Mark Zuckeberg. Nenhuma dessas empresas seriam do tamanho que são só por esses nomes. Steve Ballmer, Steve Wozniac, Sergey Brin e Eduardo Saverin, respectivamente, formaram, junto com seus pares mais famosos, algumas das empresas mais poderosas do mundo.

O principal problema de quem tem esse tipo de opinião é a falta de visão. Você pode ter a melhor ideia que o mercado já viu, que vai te garantir alguns milhões de dólares por mês. Nicho não explorado, ninguém nunca pensou nisso antes. Poderia ser o seu Oceano Azul. Mas essa é a sua opinião. O nicho pode ser grande para você, mas, com certeza, você não consegue enxergar todos os ângulos da história, deixando passar vários detalhes do plano que poderiam te alavancar muito mais. Além de provavelmente não encontrar aquele detalhe que pode afundar seu negócio.

Tenho muitas ideias. Às vezes fico horas e mais horas divagando e pensando em mil e uma loucuras diferentes, possibilidades de criar algo novo, melhorando os projetos atuais, expandindo, pensando em novas possibilidades de mercado e de negócios. Mas, sem sombra de dúvidas, nossas melhores ideias não vieram de uma pessoa só. Dividir suas ideias com amigos multiplica, e muito, o potencial delas, ajuda a encontrar novas possibilidades, novos meios, achar algum problema que você não tinha identificado antes. Cada um tem uma visão de mundo diferente, com origens e experiências diferentes, que servem para ampliar sua visão (visão além do alcance, há!)

Muitas vezes, dividir a empresa pode parecer doloroso, mas com certeza, vale a pena. Visões diferentes, opiniões distintas, tudo isso pode salvar um plano de afundar lindamente. Dificulta um pouco a gerência e a organização, mas vale cada cabelo branco a mais.

A sociedade é quase um casamento. Mas com mais pessoas e, ao contrário do matrimônio, traz lucro. De nada adianta casar com uma pessoa com exatamente as mesma ideais que você. Pessoas que pensam igual nunca terão discussões realmente produtivas. Boas brigas são aquelas que geram algo maior que a soma das ideias. Duas deias iguais nunca saem do lugar. Logo, procure sócios que não sejam necessariamente seus melhores amigos, mas sim aqueles que você sabe que, a partir de diferentes opiniões e grandes e acirradas brigas, vocês junto conseguirão gerar algo genial.

Agora vá atrás de sua alma-não-tão-gêmea, e brigue, discuta, se odeiem e gerem algo muito maior que vocês dois.

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Sobre Medos E Motivações

Primeiramente, gostaria de me apresentar: Para aqueles que não me conhecem sou Guilherme Cordeiro,  um dos doidos que resolveu juntar o conhecimento que possuí para tentar fazer alguma coisa bacana e que valha a pena.

O titulo deste post  representa os dois lados de sentimentos que levam uma pessoa a empreender. Se por um lado, a  satisfação pessoal e a chance de poder gerenciar seu negócio são atrativos para se empreender. Por outro, o medo de perder tempo e dinheiro é uma constante na maior parte das pessoas. Assim, vou falar um pouco sobre isto neste post.

De forma mais geral, posso falar que somos treinados a ser medrosos desde que damos os primeiros passos. Somos sempre instruídos a buscar apoio, sempre agindo de forma conservadora e limitada. De certa forma, isto funciona razoavelmente bem. Vejam só: como os outros autores do blog, sou estudante de computação de uma das melhores universidades do brasil. Com um pequeno esforço, consigo arranjar algum emprego que me sustente um estilo de vida com certas mordomias para o resto da vida. Uma pessoa em sã consciência escolheria o caminho natural: graduação com louvores, mestrado e um doutorado, isto somado à um emprego com um plano de carreiras que no final te colocaria no topo de uma carreira técnica.

Como já disse antes, eu sou doido. Para mim, esta carreira não é o suficiente, acho que não me sentiria satisfeito. Nesta situação, querendo ou não você acaba trabalhando para outra pessoa, vendo os créditos de um trabalho indo para os fundadores/diretores. Daí eu me pergunto, por que eu não posso ser o fundador/diretor? É claro que eu posso, se eu me dedicar  eu tenho uma chance, se eu me arriscar à conseguir algo melhor eu tenho uma chance. O ponto da questão, neste caso, é assumir riscos. Quando se quer alguma coisa neste sentido é necessário encarar seus medos, principalmente o medo de perder uma carreira segura e tranquila em alguma empresa, e agir.

Convivendo no ambiente de computação, consigo ver claramente que a maior parte das pessoas continua medrosa. Em geral, são alunos com potencial gigantesco, mas abrem mão de desenvolver  por uma zona de conforto já estabelecida. Conversando com algumas destas pessoas, vejo que o discurso tem sempre a mesma cara: “Não tenho tempo para desenvolver” ou “Não vai dar dinheiro”, mas a pior é  “Esta área não tem oportunidades” que escutei à algum tempo atrás.  Outra parte da minha motivação são estas pessoas, quero mostrar para elas que existe um caminho, pouco convencional, que pode dar certo.  Algo que vai demandar tempo e dinheiro, mas algo que me dê satisfação.

Por fim, para aqueles que pensam que é fácil, empreendedorismo não é brincadeira de criança. É preciso entender e aceitar os riscos corridos para este tipo de coisa.  Nós quatro estamos cientes de todos os riscos, tanto os que já assumimos quanto os que ainda vamos assumir.

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A rocha da turma…

Bem galera, esse é meu primeiro post aqui, então vou falar um pouco de mim e do que me levou a entrar nesse bando de loucos (em homenagem ao Corinthiano Alexandre)

Quando digo que sou A rocha da turma, não digo que sou o mais durão. Muito menos o peso do grupo. Eu sou apenas mais um estudante buscando o sucesso na vida.
Então você se pergunta: WTF  “a rocha da turma”?
Primeiro pois me chamo Pedro, o que quer dizer pedra (isso é óbvio nea? ^^).
Segundo pois tenho determinação e vontade. Vou atrás do que quero e busco realmente o que desejo.
Por último sou um dos que mais cobram (tudo bem que ser UM DOS QUE MAIS num grupo com 4 pessoas…), mas eu cobro principalmente de mim mesmo.
Eu tenho noção do quanto é difícil para todos nós conciliarmos várias coisas ao mesmo tempo(eu sei isso por experiência própria), mas nós também sabemos que pra uma ideia sair do papel requer muiiiiiito esforço e dedicação de sobra.

As vezes me pergunto o que me fez entrar nessa coisa de empreender.
Muito devo à minha família, pois desde cedo tive contato com gerencia de dinheiro.
Mas a maior parte vem realmente de mim. Como é bom ver um negócio SEU nascer e crescer. Como é bom ter aquele frio na barriga por assumir riscos planejados. De se caso dê alguma coisa errada não ter medo de tentar novamente e botar mais lenha na fogueira.
Desde pequeno fui muito curioso e ativo (até hoje sou curioso pacas) e isso me instiga a sempre querer encontrar algo novo e melhor.

Lógico que isso não deixa de ser um mundo novo pra mim. Aprender a lhe dar com situações não imaginadas antes, dificuldades e conflitos, e saber como sair de todos eles de uma maneira boa e ética.
Ser rejeitado e tomar um não na CARA, ou ter que esperar AQUELA ligação importante. Um jogo de emoções fortes para quem tem pulso e coragem, pior que um ALL-IN no High-Stakes Poker.

Esse é o mundo que sempre gostei, curti e sonhei. Mesmo sabendo que não é (e nem será) fácil.  Um mundo onde então eu possa ser uma grande pedra.

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Here comes (some) new challengers!

É cLaro que eu não iriA ser louco de começar nada sozinho. Somos 4 parceIros de loucuraS por aqui, no chamado Sppin. Todos esTudantes E um bAndo de idiota que, ao invés de ficar por aí procurando eMpregO, resolveu, entre provas, trabalhos e horários de estágio, desenvolver as ideias que apareceM nas sUas cabeças Insanas. Além de mim, ArThur Câmara, ainda sOmos: Alexandre Ravaiano, Guilherme Chaves e Pedro Lopes. Todos os 4 são colaboradores (ao menos em teoria) do Startupismo. Esperem por posts deles por aqui em breve!

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Quer motivos?

Daí que você está em uma ótima faculdade. Fazendo um curso excelente. Já tem um estágio garantido, ganhando até bem. Perspectivas ótimas para quando se formar. A área está aquecida. Salários em alta. Ou talvez, quem sabe fazer um mestrado, até mesmo um doutorado. Já imaginou? PhD. Você está com a vida ganha. Por que infernos, então, empreender? Pra quê arriscar tudo isso para colocar em prática aquela ideia louca que você imaginou a alguns anos atrás? Versão curta: Satisfação pessoal.

Antes de qualquer coisa, repito: Não estou, de forma alguma, desmerecendo quem opta por uma carreira acadêmica, ou carreira comum, entrando em alguma empresa. Apenas repito que existe outra opção, pouco explorada, principalmente pelos estudantes brasileiros.

O que pode ser mais satisfatório do que ter algo que você possa chamar de SEU? Aquele negócio que, graças ao seu esforço, começou, cresceu, e, agora, começa a dar frutos. Aquela sensação de que você realmente trabalhou por aquilo, e que tanto a glória quantos os resultados serão apenas seus, e não de uma grande empresa. Trazer seu sonho para a realidade, resolver aquele problema que você sempre teve, e ainda por cima capitalizar com isso. Como alguém não pode se sentir estimulado por isso?

No campo financeiro, pergunte-se, dentre todas as pessoas realmente ricas, são engenheiros, programadores ou administradores. Uma rápida análise revela que sim, empreender é sim um grande negócio.  Uma empresa bem administrada, com os auxílios certos, e, claro, uma boa proposta, geram renda. E, dependendo, muita renda.

E claro, seu rumo. Estando preso a algo ao alguém maior do que você gera uma dependência. Falta liberdade para execução, planejamento e imaginação. Ser o seu próprio patrão, tentando fugir dos clichês, te dá muito mais liberdade, ao mesmo tempo que muito mais responsabilidades. Nada de receber ordens, mas também, se você não trabalhar, quem vai sofrer vai ser você.

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